sexta-feira, 5 de agosto de 2011


Observando o crepúsculo,
Vejo a noite chegar,
E com ela a doce lembrança,
De alguém que não virá.
Sentindo a Brisa que bate em meu rosto,
No vazio de toda noite A lua em silêncio me observa,
Desperto meu ser escondido, 
Minha tristeza vaga em meio as trevas perdidas,
E me entrego a um sentimento perdido, surreal e proibido. 
Te sinto ausente, como as vozes do meu passado, E nessa tua ausência, ouço o grito do silêncio.
Me perco na escuridão de um sentimento obscuro,contemplando minha dor. ... 
E as lágrimas sangram em meu rosto,
Lembranças de um passado não vivido, Algemas do meu medo obscuro.
A dor de um sofrimento sem motivo....
Hoje a vida gera a morte, A saudade, a ilusão...
A vitória não ganhada,  O sabor da solidão!
Nunca tive alguem que amasse,
Tive somente a mim,
Sou eu que me conforto,
Nas horas tristes e ruins... ...  

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